SEJAM BEM-VINDOS!

A AEXPRE É UMA ENTIDADE DE APOIO AOS EX-PREFEITOS E PREFEITOS PARA RESGATAR QUALQUER PENDÊNCIA ORIUNDA DO MANDATO, DE FORMA TRANSPARENTE, LEGAL E ÉTICA, FORTALECENDO A CLASSE E DESENVOLVENDO PROJETOS EFICIENTES E INOVADORES.
HOJE, AO CONTRÁRIO DE OUTROS CARGOS PÚBLICOS, OS EX-PREFEITOS ESTÃO DESAMPARADOS PELA LEI. AO ENCERRAREM SEUS MANDATOS, NÃO TÊM DIREITO A BENEFÍCIOS, NÃO POSSUEM PROTEÇÃO DE QUALQUER ÓRGÃO E, POR ISSO, ESTÃO MAIS VULNERÁVEIS A PROCESSOS E LITÍGIOS EM DIVERSAS INSTÂNCIAS.
ENTRE OS ATUAIS PREFEITOS DE SANTA CATARINA, ALGUNS DARÃO CONTINUIDADE À VIDA PÚBLICA APÓS O TÉRMINO DO SEU MANDATO, OUTROS NÃO. MAS TODOS, UM DIA, SERÃO EX-PREFEITOS.
APÓS A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, A MAIORIA DOS PREFEITOS ENFRENTAM PROCESSOS, APÓS ENTREGAREM SEUS CARGOS. ARCAM PESSOALMENTE COM O ÔNUS DE SUA DEFESA NOS PROCESSOS JUDICIAIS E PERANTE A SOCIEDADE EM GERAL.
SOMENTE A UNIÃO E MOBILIZAÇÃO DOS EX-PREFEITOS VIABILIZA UMA REPRESENTATIVIDADE FORTE E ATUANTE, MELHOR DEFESA NOS PROCESSOS ABUSIVOS E A CONSTRUÇÃO DE NOVOS DIREITOS.

POR ISSO, FOI CRIADA A AEXPRE/SC - ASSOCIAÇÃO DOS EX-PREFEITOS DE SANTA CATARINA:PARA REPRESENTAR, APOIAR, ASSESSORAR E DEFENDER TODOS OS SEUS EX-PREFEITOS







sexta-feira, 28 de maio de 2010

Cadastro de eleitores com necessidades especiais encerra dia 30 na web

Cadastro de eleitores com necessidades especiais encerra dia 30 na web
27.05.10 17h35


Palestra do chefe de cartório na ACIC

Os portadores de necessidades especiais têm até o dia 30 para se cadastrarem no site do Tribunal Regional Eleitoral, informando quais são as suas restrições, a fim de que haja a adequação do ambiente de votação para facilitar-lhes o deslocamento até às seções eleitorais. Entretanto, após esse prazo, aqueles que não efetuarem o requerimento pela internet, terão que comparecer a qualquer cartório eleitoral para informarem a sua condição até o dia 3 de setembro. Em ambas as situações, é indispensável ter o título de eleitor em mãos.
Para fazer o cadastramento via web, o eleitor deverá preencher o Formulário para Indicação de Necessidades Especiais, no site do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina neste link. Esse formulário deve ser preenchido conforme os dados constantes no título eleitoral. A consulta aos dados do título também pode ser realizada por meio do acesso a "Serviços ao Eleitor".
Com o intuito de facilitar o acesso de portadores de qualquer necessidade especial aos locais de votação a serem instalados no dia da eleição, a Justiça Eleitoral tomou a iniciativa de realizar uma palestra no I Seminário Estadual de Turismo para Pessoas com Deficiência, hoje (27/05), na Associação Catarinenses para Integração do Cego (ACIC). Na ocasião, o chefe de cartório da 12ª Zona Eleitoral, Ayrton Moraes Teixeira, esclareceu dúvidas e orientou os participantes do Seminário a efetuar o cadastramento, enfatizando que é fundamental cadastrar o maior número de pessoas até domingo (30/05), a fim de agilizar o processo de adequação dos locais de votação.
O presidente da ACIC, Carlos Henrique Geller, elogiou a participação da Justiça Eleitoral no evento, destacando que "esse é um tema da maior importância, que interessa a todos os portadores de necessidades especiais, e que contribui para a cidadania e a inclusão".
Durante a palestra, o público também teve a oportunidade de esclarecer dúvidas referentes ao processo eleitoral em geral, como: o alistamento, a obrigatoriedade do voto, a questão do direito a um acompanhante na hora de votar, entre outras.
Por Renata Queiroz

Assessoria de Imprensa do TRESC

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Ficha Limpa: Há dúvidas se a lei vigora em 2010

O projeto Ficha Limpa, aprovado pelo Congresso Nacional, ainda suscita dúvidas se vale na eleição deste ano e inclui pessoas já condenadas. Embora incipeinte e às vésperas das convenções, os principais partidos de SC garantem que vão fazer peneira na lista de pré-candidatos.

Depois de tramitação acidentada no Congresso Nacional, onde o projeto foi mutilado e desvirtuado de sua proposta original, ficou para o Tribunal Superior Eleitoral definir se a ficha limpa para candidatos a cargos eletivos vai valer já em 2010 ou só nas próximas eleições. Tudo porque, com suas habilidades de rábula, o senador Francisco Dornelles resolveu fazer uma “correção gramatical” no texto, mudando os tempos verbais de “tenham sido condenados” para “forem condenados”.
Coisas do Brasil. Os milhões de cidadãos que patrocinaram o projeto Ficha Limpa estavam evidentemente pensando nas próximas eleições, não nas eleições futuras. A moralização da vida política é de urgência urgentíssima, é para ontem, não é um projeto de longo prazo. Estranho que ninguém tenha pensado em empurrar com a barriga para o futuro a aplicação da emenda constitucional de reeleição de Presidente da República, governadores e prefeitos, aprovada a toque de caixa e por meio de um derrame generoso de dinheiro, para beneficiar o então detentor do mandato presidencial, Fernando Henrique Cardoso. Ali, sim, razões imperativas de ordem ética recomendavam que a reeleição não fosse praticada desde logo, pois se tratava de mudança da regra do jogo com este já em andamento. Mas quando é para beneficiar os políticos - ao contrário do Ficha Limpa, que só os prejudica - essas conveniências são esquecidas com facilidade.

Mesmo que o Congresso tenha aprovado o Projeto Ficha Limpa, que teve origem como iniciativa popular, ninguém ousa afirmar que a sua aplicação possa ser feita ainda em outubro deste ano, quando ocorre as eleições para Presidência da República,Senado Federal, Câmara Federal e para as Assembléias Legislativas.
Mesmo que a exigência não seja para as eleições de outubro, e que não valha para condenações passadas, os cinco maiores partidos do Estado garantem que vão barrar os políticos com ficha suja. A aprovação unânime do projeto pelos senadores é considerada, por muitos, como histórica.
A nova legislação proíbe a candidatura de políticos que tenham condenações na Justiça, desde que sejam definitivas (sem a possibilidade de recurso) ou definidas por um colegiado (tomadas por mais de um juiz).
Mas ainda não se sabe se as restrições serão válidas para esta eleição, se o veto vale para políticos que já tenham uma condenação ou que sejam condenados somente a partir da publicação da lei. Também já surgiram questionamentos sobre a constitucionalidade da lei.

Povo quer Ficha Limpa já

Depois de tramitação acidentada no Congresso Nacional, onde o projeto foi mutilado e desvirtuado de sua proposta original, ficou para o Tribunal Superior Eleitoral definir se a ficha limpa para candidatos a cargos eletivos vai valer já em 2010 ou só nas próximas eleições. Tudo porque, com suas habilidades de rábula, o senador Francisco Dornelles resolveu fazer uma “correção gramatical” no texto, mudando os tempos verbais de “tenham sido condenados” para “forem condenados”.
Coisas do Brasil. Os milhões de cidadãos que patrocinaram o projeto Ficha Limpa estavam evidentemente pensando nas próximas eleições, não nas eleições futuras. A moralização da vida política é de urgência urgentíssima, é para ontem, não é um projeto de longo prazo. Estranho que ninguém tenha pensado em empurrar com a barriga para o futuro a aplicação da emenda constitucional de reeleição de Presidente da República, governadores e prefeitos, aprovada a toque de caixa e por meio de um derrame generoso de dinheiro, para beneficiar o então detentor do mandato presidencial, Fernando Henrique Cardoso. Ali, sim, razões imperativas de ordem ética recomendavam que a reeleição não fosse praticada desde logo, pois se tratava de mudança da regra do jogo com este já em andamento. Mas quando é para beneficiar os políticos - ao contrário do Ficha Limpa, que só os prejudica - essas conveniências são esquecidas com facilidade.

Inconstitucional?

Deve-se ainda apontar um erro de nossa Constituição, que submete à decisão de centenas de representantes a vontade de milhões de representados. Os projetos de iniciativa popular, uma vez apresentados com as assinaturas e demais requisitos exigidos pela Constituição, não poderiam ser mutilados por deputados e senadores. Seria como dar a eles o poder de mudar o resultado das eleições, dando posse a quem não teve número suficiente de votos e deixando de fora quem os obteve.
Outra solução teria sido submeter o projeto Ficha Limpa a plebiscito, mas este precioso expediente constitucional só é lembrado pelos políticos para assuntos de importância secundária, como o comércio de armas. Para temas de importância vital para a cidadania, nenhum de nossos espertos políticos vai dar esta abertura para nós, desprezíveis eleitores, pois sabem muito bem que serão atropelados por uma avalanche de votos contrários a seus interesses mesquinhos.

O que dizem as lideranças sobre o projeto

Ainda há dúvida sobre se projeto aprovado pelo Congresso vale na eleição deste ano e inclui pessoas já condenadas. Mas, às vésperas das convenções, os principais partidos de SC garantem que vão fazer peneira na lista de pré-candidatos.
Raimundo Colombo

O presidente do DEM e ex-prefeito de Lages, senador Raimundo Colombo, acredita que as restrições aos políticos com condenação devem passar imediatamente. Diz que o partido fará essa exigência, com avaliação da ficha de todos os candidatos. “O fato do projeto ter surgido da iniciativa popular vai obrigar os legisladires a mudar algumas posturas. Não podemos mais segurar a reforma política. Há um clima muito positivo neste sentido”, acredita.

Eduardo Pinho Moreira
O presidente estadual do PMDB e ex-prefeito de Cricipuma, Eduardo Moreira, também se diz\ favorável à mudança. “A legislação eleitoral vem avançando e é importante continuar eoluindo. A Ficha Limpa é uma necessidade e o PMDB vai se adequar. Já temos uma equipe jurídica que fará essa análise. As pessoas sabem de suas vidas e quem tem problemas não vai querer passar pelo constrangimento de ter a suacandidatura negada”.

Joares Ponticelli

O deputado estadual Joares Carlos Ponticelli, presidente do PP (Partido progressista) de Santa Catarina, também garante estar satisfeito com a aprovação e acha que a iniciativa do Senado mostra que a reforma política pode acontecer a partir deste ano. “Poucos acreditavam que este projeto poderia ser votado a tempo de entrar em vigor para estas eleições. Essa lei fará com que os eleitores exerçam um controle mais efetivo sobre a vida pregressa dos candidatos”, entende o parlamentar.

Beto Martins

O PSDB ainda não fez uma análise aprofundada sobre o assunto, diz o presidente interino da sigla em Santa Catarina, José Roberto Martins, que também é prefeito de Imbituba, mas enfatiza que, pessoalmente, considera a aprovação da lei pelo Congresso Nacional como um passo muito importante. “Só espero que a lei venha a ser cumprida. Não vejo grandes problemas para que o partido se enquadre na nova legislação”, observa o dirigente dos tucanos catarinense.

José Fritsch

O presidente estadual do PT, José Fritsch, destaca que o fato do projeto ter sido aprovado por unanimidade no Senado e ter se originado de uma iniciativa popular é muito relevante. “Mesmo que o texto tenha sido alterado, a lei dever ser válida para as eleições de outubro próximo. O PT catarinense vai cumprir a legislação. O partido tem que ser responsável por barrar, antes das convenções, quem tem a ficha suja”, avalia o ex-prefeito de Chapecó.

terça-feira, 25 de maio de 2010

AEXPRE lança o informativo impresso


A partir deste mês de maio, a AEXPRE – Associação dos Prefeitos de Santa Catarina, lança seu primeiro informativo impresso, O EXPERIENTE. Com distribuição gratuita e tiragem de cerca de 5 mil exemplares, esse novo veículo de informação será um dos elos que o associado e os leitores catarinenses poderão ter para uma relação mais interativa com a instituição.